Declarações atribuídas à primeira-dama da Colômbia, Ana Lucía Pineda, repercutiram nas redes sociais ao defender mudanças na forma como temas relacionados à identidade de gênero são abordados nas escolas.
Segundo as publicações, ela afirmou que a educação deve priorizar valores familiares e defendeu que as instituições de ensino ensinem que existem apenas dois sexos: masculino e feminino. Também declarou que os país devem ter maior participação nas decisões sobre a educação dos filhos e criticou a presença de conteúdos sobre identidade de gênero no ambiente escolar.
As declarações rapidamente ganharam repercussão e dividiram opiniões. Enquanto apoiadores consideram que a proposta fortalece o papel da família e o direito dos país de participar da educação dos filhos, críticos defendem que a escola deve promover um ambiente inclusivo e respeitar a diversidade de identidades e crenças.
O tema passou a integrar o debate público no país, tornando-se um dos assuntos mais discutidos desde o início do novo governo colombiano.
