Uma pesquisa brasileira liderada pela cientista Tatiana Coelho de Sampaio, da UFRJ, trouxe resultados que chamaram a atenção na área de lesões da medula espinhal.
O estudo utiliza a polilaminina, uma substância experimental desenvolvida a partir da laminina, proteína estudada por seu possível papel na regeneração do sistema nervoso. Em um estudo inicial com oito pacientes, seis apresentaram melhora neurológica, incluindo recuperação de movimentos.
Um dos participantes chegou a recuperar a capacidade de andar. No entanto, os pesquisadores destacam que os resultados ainda precisam ser confirmados em estudos clínicos maiores. Em janeiro de 2026, a Anvisa autorizou o início da primeira fase de estudos clínicos para avaliar a segurança do tratamento.
Uma descoberta brasileira que pode representar uma nova esperança para pessoas com lesões graves na medula.
