Elon Musk ofereceu US$ 6 bilhões para combater a fome mundial, desde que cada dólar fosse rastreado publicamente. Você acha exagero?

Em 2021, durante o agravamento da crise alimentar global, David Beasley, então diretor do Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU, afirmou que cerca de US$ 6,6 bilhões poderiam ajudar a evitar que aproximadamente 42 milhões de pessoas enfrentassem a fome extrema.

Em resposta, Elon Musk declarou publicamente que venderia ações da Tesla e doaria cerca de US$ 6 bilhões, desde que a ONU apresentasse um plano detalhado e transparente mostrando exatamente como os recursos seriam utilizados.

O Programa Mundial de Alimentos apresentou posteriormente uma proposta com a previsão de compra e distribuição de alimentos, transferências de recursos para famílias vulneráveis, apoio logístico, monitoramento das operações e demais custos necessários para atender países em situação de emergência.

Apesar disso, a doação específica ao programa da ONU não foi concretizada. Meses depois, Musk transferiu bilhões de dólares em ações da Tesla para sua fundação filantrópica, enquanto o debate sobre transparência, combate à fome e o papel das grandes fortunas no financiamento de ações humanitárias continuou gerando discussões ao redor do mundo.

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