Uma pesquisa da Unicamp pode representar um importante avanço no tratamento de doenças cardiovasculares. Cientistas desenvolveram um stent bioabsorvível produzido a partir de amido de milho, projetado para manter a artéria aberta durante a cicatrização e, após cumprir sua função, ser absorvido naturalmente pelo organismo.
Ao contrário dos stents metálicos convencionais, que permanecem no corpo de forma permanente, o novo dispositivo desaparece depois da recuperação do vaso sanguíneo. Segundo os pesquisadores, isso pode reduzir o risco de inflamações e permitir que a artéria recupere sua elasticidade natural.
Se os próximos estudos confirmarem a eficácia e a segurança da tecnologia, a inovação poderá beneficiar milhões de pacientes com doenças cardiovasculares e colocar o Brasil em posição de destaque no desenvolvimento de tratamentos médicos de última geração.
