Você sabia que homens que vieram ao mundo por volta de 1990 registram os maiores níveis de ingestão de álcool já documentados, superando gerações anteriores?
De acordo com um levantamento recente, esse grupo etário se desviou da queda no consumo percebida entre os mais jovens e continua bebendo mais do que seus pais e avós. A pesquisa sugere que elementos como aspectos culturais, exigências da vida profissional, o alto custo de vida e as interações sociais contribuíram para consolidar esse padrão ao longo do tempo. Além disso, a proliferação de aplicativos de delivery e a expansão do setor de cervejas especiais também são apontados como fatores influenciadores.
Especialistas alertam para as prováveis consequências desse elevado consumo na saúde coletiva e no bem-estar futuro.
