A Justiça do Trabalho determinou que um posto de combustíveis no Recife, em Pernambuco, deixe de exigir que suas frentistas usem calça legging e camiseta cropped como uniforme. A decisão considerou que as peças, por serem justas e curtas, poderiam expor desnecessariamente o corpo das trabalhadoras e aumentar situações de constrangimento e potencial assédio.
A decisão foi tomada após uma ação apresentada pelo sindicato da categoria. A juíza determinou que a empresa fornecesse uniformes considerados mais adequados à função, como calças de corte reto e camisas de comprimento padrão.
Além da questão da dignidade das funcionárias, também foram levantadas preocupações relacionadas à segurança do trabalho, já que o ambiente de um posto de combustíveis exige roupas apropriadas para a atividade.
O caso acabou chamando atenção nas redes sociais e dividiu opiniões: enquanto alguns defendem que a empresa deve escolher uniformes adequados e seguros, outros questionam até que ponto um empregador pode definir a aparência de seus funcionários.
E você, o que acha da decisão da Justiça?
