Descubra por que nossas estradas estão em segundo lugar no ranking global de precariedade!
Especialistas em infraestrutura e engenharia de transportes concluíram, a partir de um estudo global, que o asfalto encontrado nas rodovias brasileiras figura como o segundo de pior qualidade em escala mundial. Esta análise de mercado examinou a rede viária de diversos países, e o pavimento brasileiro só apresentou desempenho superior, em termos de deterioração, ao da Rússia, conforme a amostragem geral. As avaliações técnicas e comparações consideraram aspectos cruciais como a resistência do asfalto às condições climáticas adversas, os custos de reparos veiculares provocados e os perigos iminentes à segurança no trânsito.
Sob a ótica da logística e da economia, as deficiências persistentes na nossa malha rodoviária criam entraves que afetam diretamente a eficácia da distribuição de produtos e a segurança dos indivíduos. Testes e monitoramentos indicam perdas financeiras significativas, resultantes do desgaste prematuro de peças da suspensão e dos pneus em veículos de carga. A baixa resistência do asfalto utilizado no país exige gastos contínuos com reparos superficiais de curta duração, o que impede a consolidação de um padrão logístico duradouro e contribui para a alta incidência de acidentes nas estradas, conforme dados do Relatório de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial (WEF).
