Uma ativista trans provocou uma discussão ao se identificar como de ‘gênero misto’. A base de sua argumentação é que, sendo cada indivíduo o resultado de 50% da carga genética paterna e 50% da materna, sua própria identidade seria essa combinação precisa, rejeitando, assim, as denominações tradicionais de feminino ou masculino.
Nas redes sociais, a declaração não passou despercebida. Muitos internautas argumentaram que, seguindo essa premissa, toda a população mundial seria naturalmente ‘mista’ desde sempre. A postagem acendeu um debate sobre a linha tênue que separa os conhecimentos da genética e as novas interpretações das identidades sociais na contemporaneidade.
