Em 1995, empresa brasileira criou antifurto que soltava fumaça, travava portas e cortava a ignição, mas foi barrado por ONG´S dos direitos humanos e nunca saiu do papel

No ano de 1995, uma companhia introduziu no mercado um aparelho de segurança veicular bastante peculiar para o período. A proposta era oferecer uma defesa ativa e visível contra roubos, agindo de forma instantânea ao identificar qualquer tentativa de intrusão no automóvel.

Quando ativado, o equipamento não só bloqueava as portas e impedia a ignição, como também elevava os vidros do carro. Contudo, o grande truque era a liberação de uma densa cortina de fumaça por aproximadamente 60 segundos. Esse efeito inusitado criava a impressão de que o veículo estava em chamas, atraindo a atenção de todos ao redor.

De acordo com o criador, a fumaça liberada não possuía toxicidade e seu objetivo principal era desorientar o invasor. A estratégia por trás era clara: dificultar a ação criminosa e afugentar o ladrão antes que ele pudesse concretizar o furto.

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