Uma mulher espanhola, Ángeles Durán, ganhou destaque global ao anunciar que havia formalizado o registro do Sol em seu próprio nome. Ela realizou o feito em um cartório na Galícia, Espanha, baseando-se em uma interpretação peculiar do Tratado do Espaço de 1967. Segundo ela, o acordo proíbe nações de reivindicarem corpos celestes, mas não faz menção específica a indivíduos.
Com essa documentação em mãos, Durán passou a se autodenominar a proprietária legal do Sol. Suas intenções eram, no mínimo, excêntricas: ela planejava instituir uma espécie de tributo global pelo uso da luz e do calor irradiados pela estrela.
O caso atingiu um novo patamar de viralização quando ela começou a comercializar ‘pedaços’ simbólicos do Sol. No eBay, ela oferecia supostos lotes por um euro o metro quadrado. Essa iniciativa, que rapidamente se espalhou pela internet, resultou na suspensão de sua conta na plataforma, consolidando a história como um dos episódios mais surreais envolvendo a noção de posse de objetos espaciais.
