Este rapaz, que tinha o hábito de se masturbar cinco vezes ao dia, exibiu a transformação do seu rosto após seis meses de abstinência

Existe uma crença popular online de que cessar a masturbação resulta em uma pele significativamente melhor. Mas será que essa afirmação tem base científica ou é apenas uma percepção equivocada?

A formação de espinhas é influenciada predominantemente por elementos como a produção de óleo pela pele (sebo), desequilíbrios hormonais (em especial, andrógenos), processos inflamatórios, a presença de bactérias cutâneas, e a dieta e o modo de vida em geral. Contudo, não há qualquer prova científica robusta que vincule diretamente a masturbação ao surgimento de acne, nem que sugira que interromper essa prática irá, por si só, purificar a pele.

O que pode realmente ocorrer é que, ao mesmo tempo em que alguém para de se masturbar, outras mudanças benéficas são implementadas na rotina, como a diminuição do estresse, um sono de melhor qualidade, uma alimentação mais balanceada ou a adoção de uma rotina de cuidados com a pele. Essas alterações, sim, tendem a melhorar a condição cutânea, e essa melhora pode ser, de forma errônea, associada à interrupção da masturbação. Curiosamente, a masturbação pode até auxiliar na redução do estresse, e níveis elevados de estresse são conhecidos por piorar a acne. Em suma, não é o ato em si, mas sim o conjunto de hábitos e o estilo de vida que impactam diretamente a saúde da sua pele.

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