A trajetória da pequena Alba é um testemunho comovente de que o afeto sempre encontra seu destino. Após ser rejeitada por seus genitores e passar por um ciclo de 20 famílias que hesitaram em adotá-la, o destino da garotinha parecia incerto.
Foi então que Luca Trapanese surgiu. Este homem italiano, solteiro, não enxergou empecilhos, mas sim uma criança clamando por carinho. Luca não hesitou em adotá-la, tornando-se um dos pioneiros na Itália a conseguir a adoção nessas condições, sendo um homem solteiro.
Atualmente, Alba e Luca representam a ideia de que a constituição familiar transcende estereótipos, sendo moldada pela compaixão e dedicação. Por vezes, basta um indivíduo disposto a enxergar além das aparências para transformar uma vida para sempre.
