Você sabia que o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) encerrou a investigação sobre a morte do cão comunitário Orelha, concluindo que ele não foi vítima de agressão por adolescentes? A verdade é que o animal faleceu devido a uma doença grave que já possuía, e não por violência, levando o órgão a solicitar o arquivamento do processo na Justiça.
Após uma minuciosa reanálise de quase 2.000 registros de câmeras e a correção de um atraso de 30 minutos na sincronização dos equipamentos, o MPSC constatou que o adolescente e o cão sequer estiveram no mesmo local na praia no horário inicialmente apontado para a suposta agressão. As avaliações de especialistas e o laudo de um veterinário refutaram a hipótese de maus-tratos, indicando que Orelha sofria de osteomielite crônica.
Surpreendentemente, o MPSC também solicitou à Corregedoria da Polícia Civil que investigue o vazamento de informações e a possível obtenção de lucros com a disseminação de boatos relacionados ao caso. Uma reviravolta que muda completamente a percepção inicial sobre o ocorrido.
