Pode parecer invenção, mas esse era um trabalho real na década de 1950. Na época, algumas empresas de cosméticos contratavam profissionais para testar a qualidade dos batons em situações do dia a dia.
Um dos nomes mais conhecidos foi Gilbert “Gil” Larrain, que ficou famoso por receber dezenas de beijos ao longo do expediente. O objetivo era verificar quanto tempo a cor permanecia nos lábios, se o batom borrava com facilidade e quanto produto era transferido durante o contato.
As informações obtidas nesses testes ajudavam as fabricantes a aperfeiçoar suas fórmulas e comprovar a durabilidade dos produtos antes de eles chegarem às lojas. Em uma época em que os testes laboratoriais ainda eram limitados, esse método era considerado uma forma prática de avaliar o desempenho dos cosméticos.
Hoje, esse tipo de teste praticamente não existe mais, já que a indústria utiliza tecnologias e métodos laboratoriais muito mais avançados para desenvolver e avaliar seus produtos.
E você, teria coragem de trabalhar como testador de batom?
