Câmara aprova PEC que amplia isenção de impostos para igrejas. Você concorda?

Uma proposta legislativa que promete acalorados debates deu um passo significativo no Congresso Nacional. Em maio de 2026, a Câmara dos Deputados deu seu aval à chamada PEC das Igrejas, uma medida que expande a isenção de impostos para organizações religiosas, abrangendo agora também a aquisição de produtos e serviços essenciais às suas operações.

Na essência, o objetivo dessa proposta é diminuir a carga tributária sobre igrejas e instituições religiosas em suas transações cotidianas. Aqueles que apoiam a PEC argumentam que ela reforça a liberdade de culto e previne cobranças fiscais que poderiam dificultar o funcionamento dessas entidades.

Contudo, vozes críticas alertam que a ampliação da imunidade fiscal pode resultar em menor arrecadação para os cofres públicos, sobrecarregando ainda mais as finanças governamentais. Durante os debates, foram apresentadas projeções de um impacto financeiro bilionário e advertências de que essa perda de receita poderia desequilibrar os cálculos da reforma tributária.

Apesar de ter sido aprovada pela Câmara, a proposta ainda necessita da aprovação do Senado para se tornar lei. Até lá, o assunto continua a polarizar parlamentares, especialistas em finanças, líderes religiosos e diversos setores da sociedade, todos atentos aos potenciais efeitos da medida na economia e no sistema tributário do Brasil.

Mais lidas

Leia também